quinta-feira, 14 de abril de 2011
poema
A seta cruza o peitoInfectando-o com o veneno do amorAgora todas as luas são cheiasNovas num crescente de belezaO tempo perde o sentido, enlouqueceQuando tudo vira saudadeNada importa maisA paixão cobra todos os preçosLágrimas, sorrisos e liberdadePagamos sem reclamarCom o júbilo do naufrago resgatadoTodos os tons são azuisNuvens são liteiras carregando ninfasOlhos deitam sobre o crepúsculoComo a procurar o próprio destinoA vida é uma carruagemPuxada por borboletas douradasOstentosa, radiante, magicamente belaFindam-se todos os invernosE a primavera brota em flores e pássarosOnde o sol passeia com a brisaAcariciando-nos a faceBocas cheias de palavrasCalam-se esvaziadas em beijosEnquanto a alma descansaAconchegada em outro peitoTomada pela inexplicávelAlegria dos amantesPorque amar é...Conhecer alguem como vc
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